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Por que atraio pessoas difíceis para minha vida?

Vou começar esse texto com uma frase do Osho: “Cada relacionamento é um espelho; ele revela sua identidade a você”.  Pois é, antes de você entrar em pânico e pensar: “Até parece!! Não tenho nada a ver com aquela pessoa”, vou explicar um pouco melhor:

Existe uma grande diferença entre intolerância e desafinidade.
Vou usar um trecho de um texto do Arly Cravo que explica bem isso:

“É essencial que convivamos mais com quem temos mais afinidade (…) A intolerância é a antessala do preconceito e da discriminação. O que não tolero no outro é exatamente o que não tolero em mim. Já o convívio forçado com quem se tem pouca afinidade, prejudica nossa saúde relacional. A desafinidade pede distância saudável. A intolerância pede autoconhecimento e aceitação das próprias limitações”.

Eu achei esse texto muito lindo e explicativo. Existe uma sensível diferença entre não suportar alguém e não ter afinidade.

Mas como lidar com alguém que não toleramos e precisamos conviver com essa pessoa no nosso dia-a-dia? (clique aqui para ver as dicas práticas)
Quando não toleramos alguém, precisamos olhar bem para dentro de nós mesmos.

Historinha da vida real:

Concha tem um chefe muito autoritário, egoísta e arrogante. Ela sente muita raiva internamente, mas não fala sobre o que sente, muito menos para o chefe (ele nunca entenderia). Pelo contrário, acata tudo, morre de medo dele e não sabe dizer não. Ela não entende porque está passando por essa situação e nem como ele pode ser um espelho dela, pois ela é calma, tranquila e quieta.

Agora o momento de reflexão: 
Será que essa relação não está fazendo com que ela aprenda algo?
Talvez aprender a impor limites (de forma amorosa e não explodindo), dizer o que sente, saber se impor perante pessoas autoritárias, observar o quanto ela tem sido egoísta de guardar tudo pra ela, enfim, esse é o momento de trazer as reflexões e despertar.

Enquanto não despertamos, podemos mudar de emprego, cidade, casa, país, parceiro, chefe, e continuaremos atraindo as mesmas situações, só que com pessoas diferentes. Esse é o tal do ciclo.

E claro, não significa que só porque você precisa aprender algo com essa pessoa que você é obrigado a conviver com ela. Em alguns casos, não temos como sair de cena porque ainda estamos aprendendo com aquela situação, mas se você toma consciência disso, tudo começa a mudar e a ajuda sempre vem. Então, mantenha a distância saudável, não fale mais que o necessário, não exponha sua vida particular e não deseje o mal do outro. É preciso ter sabedoria para entender que aquela pessoa também passou por diversas situações na vida dela que a fizeram ser como é.

Por fim, olhe para você, aprenda o que a vida quer te mostrar, esteja aberto para essas mudanças, é um grande sinal de que é necessário transformação ali, mude seus comportamentos e o resto também começará a mudar. 

Quer algumas dicas práticas de coisas que te ajudam a lidar com essas pessoas? Clique Aqui.

Com muito carinho, amor, leveza e bom humor: Carol Rocha <3 

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O que são Crenças Limitantes?

Oii gente, vocês estão bem?
Hoje vamos bater um papo bem profundo, que vai chegar até a raiz do seu inconsiente e identificar várias crenças limitantes 🙂

O que são crenças limitantes?

Crença é tudo aquilo que você acredita. São suas lentes de contato perante o mudo. E limitantes (prefiro o termo bloqueadoras), são as crenças que te ajudam a não conseguir o que você conscientemente quer.
Notaram que eu usei a palavra AJUDAM?
Pois é! Por incrível que pareça, tudo o que a nossa mente cria, tem serventia. Se você possui crenças limitantes, elas estão, em algum nível, te protegendo de algo. Pode ser que, no momento em que foram criadas, o seu inconsciente, sentiu a necessidade de tê-las para te proteger de determinadas situações futuras.

Como criamos nossas crenças? 

Existem 4 níveis de crenças abordadas no ThetaHealing:

  • Nível Primário Crenças formadas na infância.
    Alguma situação em que a criança se sentiu reprimida, envergonhada, negada, triste, com ressentimentos e etc. (Existem crenças que são geradas desde o ventre da mãe dependendo dos sentimentos que ela nutriu durante a gestação).
  • Nível Genético – Crenças familiares, passadas de geração em geração.
    Podemos observar bem essa crença quando tratamos de doenças que a maioria dos integrantes da família tem, ou padrões familiares.
  • Nível Histórico – Crenças coletivas, culturais e etc…
    Ressentimento sobre algum país, grupo de pessoas…
  • Nível de Alma – Crenças da sua essência, estão no seu âmago, tudo o que sua alma carregou até aqui.

E como eu identifico uma crença?

No começo não é tão simples identificá-las pois a maioria das nossas crenças estão em um nível profundamente inconsciente, mas depois você vai pegando o jeito. \o/
Uma coisa que ajuda muito é fazer um geralzão da sua vida nesse momento e se perguntar:

Como está minha vida familiar? 
Meus relacionamentos afetivos?
Meu trabalho?
Meus sonhos?
Meus objetivos?
Meus projetos?

Se você perceber que sua vida está em ciclos, repetindo padrões, estagnada ou que você não acredita nos seus sonhos. Existem crenças limitantes ai.

Outras perguntas que ajudam:
Qual seria o pior de conseguir o que eu quero?
Como você se sentiria perto das pessoas do seu convívio, familiares, amigos, parceiro, se você realmente conseguisse o que quer?

O que estou aprendendo com essa situação?
O aprendizado que você obteve mantendo essa crença na sua vida.

E quais são as consequências dessas crenças na nossas vidas?

Além de ficar sempre no vitimismo, drama, ciclos viciosos, padrões, sofrimentos e etc, você não consegue alcançar o que realmente quer, acaba atraindo situações ou pessoas que fazem sua vida continuar estagnada, ou, de mal a pior.
E conscientemente, todos queremos uma vida bela, harmoniosa, próspera e feliz, não é mesmo?
Então faça seu inconsciente também entender isso e te ajudar nessa jornada!

E depois que eu identifico as crenças, o que faço com elas?

Umas das coisas que me ajudam muito a substituir crenças, é a técnica do ThetaHealing (sério, isso muda vidas). O que fazermos no ThetaHealing é pegar a crença que já não serve mais e substituir pela consciência do que você realmente quer. Ensinando cada cromossomo do seu DNA que é possível ter isso na sua vida agora. Outra coisa legal,  é que o terapeuta encontra crenças bem enraizadas que você nem imagina que tem e te ajuda a se aprofundar cada vez mais em você mesmo. Além dos resultados rápidos, você começa a perceber que aqueles padrões estão mudando, você se torna mais consciente.

Existem outras técnicas também que ajudam nisso (PNL, EFT…), eu ulitizei bem pouco, então não vou me aprofundar pois eu realmente não tenho uma opinião formada sobre elas. Caso você conheça sobre alguma outra técnica que também ajuda a substituir crenças, me manda um comentário que eu vou adorar saber sobre isso! 🙂

Quer agendar sua sessão de ThetaHealing comigo? Clique Aqui

E ai, o que está te impedindo de conseguir o que você realmente quer? 

Bom, essa foi uma explicação de crenças limitantes. Eu espero que tenha ficado fácil, prático e gostoso de entender. Se ficou alguma dúvida, deixa nos comentários e vamos interagindo.

Minhas redes sociais: @rochacarolyne

Com amor, leveza e bom humor. 🙂
Carol Rocha <3

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Como saber se o que eu quero vem do meu ego ou do meu ser?

Oi gente, vocês estão bem?

Fiquei um tempo sem postar, pensando nas próximas matérias e decidi voltar com um tema que eu acho muito importante e fundamental para acompanhar as matérias desse site lindo! A diferença entre o que é do ego e o que é do nosso Ser. Lembrando que o que falo aqui é com base em tudo que tenho estudado. Não existem verdades absolutas, você deve sentir se faz sentido pra você 😊

Tá sem tempo de ler? Então ouça a matéria:

Primeiro: o que significa Ego?


Quando falamos de Ego, muitas pessoas já lembram de alguém com o peito inflado e já pensam: “fulano tem um ego enorme”, geralmente ele está sempre associado com algo negativo. Mas não é bem assim. O Ego é uma energia incrível, que pode ajudar muito a nossa vida aqui nesse plano (material). É ele que nos faz ganhar dinheiro, que ajuda nos nossos planejamentos, ajuda a nos vestir, a sobreviver, a tomar decisões, entre outras coisas fundamentais.

Mas se ele é tããão maravilhoso assim, por que falam tão mal dele?


O motivo do ego não ter uma boa fama por ai, é que muitas pessoas acabam colocando ele em 1º lugar! E não é à toa, ele adora ser o comandante, o centro das atenções, ele está sempre falando com a gente e isso pode ser perigoso.

Agora, se ele não é mau, se é uma energia incrível, por que pode ser perigoso?

Porque o ego não entende os desejos do nosso ser.

Vou dar um exemplo que espero que fique fácil de entender:

“Tonico sonhava ser cozinheiro quando era pequeno, mas seus pais falaram que ele deveria ser diretor de uma grande empresa multinacional. Como ele só tinha como base os pais, ele decidiu que faria de tudo para realizar o sonho deles. E ele conseguiu, chegou no cargo que ele tanto idealizou, sem nem se questionar o por quê ele estava fazendo aquilo. Até que um dia, quando ele já tinha conquistado tudo aquilo que ele imaginava que precisava, ele olhou pro lado e se sentiu vazio, apesar de ter conseguido tudo, era como se não fosse suficiente. Ainda faltava algo. E toda vez que ele comia em algum restaurante, ou via algum cozinheiro de muito sucesso, ele ficava sonhando em como teria sido sua vida, se tivesse seguido seu sonho”.

Inventei essa historinha (qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência) porque ela mostra claramente uma ação baseada em crenças e no ego. “Ah, mas foi muito melhor pra ele, pois ele ganhou mais dinheiro” será mesmo? Ok, a aprendizagem ele adquiriu. Mas quantos cozinheiros existem com muito nome que amam seus trabalhos e por conta de todo esse trabalho recebem o valor justo por seus serviços? Muitos.
E outra coisa muito importante: precisamos sim do dinheiro para viver essa experiência, mas ele vem como uma consequência do nosso trabalho, ele não pode ser uma meta, pois é apenas um meio para alcançarmos o que queremos.

E se a história fosse diferente, onde entraria o ego se ele seguisse o coração dele?

O ego o ajudaria a encontrar formas de seguir o sonho de ser cozinheiro (nesse caso): encontrando pessoas, oportunidades, possibilidades de fazer isso da melhor maneira possível e se planejando para realizar esse sonho.
O ser deve ser sempre quem fala o que quer e o ego quem atende a isso.

Entendi, mas como eu faço pra identificar de onde vem o que estou sentindo?

Uma ótima forma de começar a perceber isso, é silenciando a mente através da meditação. Ficar um pouco em silêncio ajuda a deixar o ego de fora e da espaço para o seu ser. Caso você tenha muita dificuldade com meditação, comece a praticar o estado de presença. Já percebeu que são raros os momentos em que estamos realmente presentes nas nossas ações? Se for lavar uma louça, lave a louça. Sem pensar nas outras tarefas que você precisa fazer, sem encher sua mente com outras tarefas que não estão relacionadas com o que você está fazendo naquele momento. Outra coisa que ajuda muito é sentir. Quando é algo do ego, geralmente fazemos mais para agradar outras pessoas do que nós mesmos, é algo externo, você nunca se sente realizado, isso pode partir de crenças familiares, sociais ou algo que alguém te falou e você tomou isso como verdade absoluta. Quando o que você quer é do ser, você sente uma paz imensa dentro do seu coração, ele fica feliz, mesmo que não faça o menor sentido para outras pessoas. Mas se pra você faz, é isso que importa!

Em breve farei um post falando sobre meditação para ajudar quem ainda não está introduzido nesse assunto.

Espero que tenha ficado simples e fácil de entender.

Se você acha que esse post foi pra você, comenta aqui embaixo pra eu saber!

Caso tenham alguma dúvida, me mandem um comentário, email, sinal de fumaça e me sigam nas redes sociais @issoepramimsim. Eu adoro! 🤗

Gratidão por ter lido esse texto
Com amor, leveza e bom humor. 💕 Carol.