Meu conselho após 4 anos…

Esse mês eu comemoro 4 anos morando sozinha. E como muitas pessoas me perguntam como é morar sozinha, quanto eu gasto, por que eu moro sem meus pais, do que eu me alimento, como sobrevivo e afins, eu decidi falar mais sobre isso e atrelar com o meu processo de autoconhecimento. Além de ser uma grande experiência (e um sonho que eu tinha desde pequena), quando eu tomei essa decisão, ouvi de algumas pessoas frases do tipo: “você não vai conseguir”,”jajá volta pra casa da vó”, “não faça isso, pense bem antes”. Maaaaas, depois de 4 anos, continuo firme e mais forte. E dividir todo esse o meu processo pode te ajudar também, pois não quero que você cometa os “erros” que eu cometi. Como diria Eleanor Roosevelt:

“Aprenda com os erros dos outros. Você não consegue viver tempo suficiente para cometer todos por si mesmo.”

Eleanor Roosevelt.

Eu vou começar com um conselho que eu sempre dou para quem me pergunta se vale a pena morar sozinha(o):

More sozinha(o) antes de decidir morar com outra pessoa.

Rocha, Carolyne. 2015.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, morar sozinho não é solidão, é solitude*. E é um dos processos mais profundos de autoconhecimento que eu pude experimentar. Também ouço isso de muitos amigos que moram/moraram sozinhos, é uma experiência transformadora para quem está disposto a pagar o preço.

E eu acredito que isso aconteça pelo simples fato de que nós nunca somos iguais quando estamos ao lado de outra pessoa e quando estamos sozinhos, independente de quem seja. Você pode até falar: “Nossa, mas tenho tanto intimidade com meu parceiro(a), consigo sempre ser eu mesma(o).” AHAM! Eu só aceito essa resposta se você já morou pelo menos uns 2 anos sozinha(o), e se for o caso, eu quero saber o que você faz. (A mãe ficar fora 3 meses não conta, viu?).
Uma coisa é ter alguém ali, olhando pra você, possivelmente julgando e criticando seus comportamentos. Outra, bem diferente, é quando você está sozinha(o) e pensa: “Posso fazer o que eu quiser aqui, ninguém está olhando”. Entende a diferença? Dá uma mega sensação de liberdade.

E que fique bem claro: não estou incentivando que as pessoas sejam solitárias, mas incentivo que sejamos independentes emocionalmente, mais desapegados, e o mais importante: que aprendamos a amar nossa própria companhia, para depois apreciar a companhia do outro. Se você não consegue ficar com você por muito tempo, como quer que outra pessoa se sinta bem com sua companhia?

Já ouvi frases do tipo: “Eu jamais conseguiria morar sozinha(o)”, “Não consigo ficar sozinho(a) por muito tempo”. Nesse caso, vejo 2 coisas: 1- essa pessoa não sabe que morar sozinho é diferente de ser/estar sozinho. 2- ela não aprecia a beleza que existe na solitude.

Eu concordo que a gente se conhece muito através do outro, porém se você não se permitir ficar sem o outro, você nunca vai se conhecer de verdade. A solitude é linda e a companhia de outra pessoa é linda também. Você não precisa abrir mão de uma para ter a outra, é simples assim. A diferença é que quando estamos sozinhos, vem a constatação: “Agora é por minha conta”, e ai a ficha cai. Porém, você se surpreende com sua força, com suas atitudes e ações. Você percebe que não era nada daquilo que falaram que você era ou que você pensava ser. Frágil? Delicada demais para fazer tal coisa? Não colocar a mão na massa? Não existe isso para quem está no jogo da vida. Porque na hora do vamos ver, você vai arregaçar as mangas e fazer acontecer. Se você não fizer, ninguém vai fazer por você. Então, muitas vezes, você descobre que mesmo com toda sua ternura, existe uma força enorme dentro de você, capaz de fazer o que for preciso para sobreviver e alcançar o que você realmente quer. E acredito que nos damos conta disso quando não há ninguém por perto para pedirmos ajuda naquele momento.

Importante ressaltar: não estou dizendo que devemos fazer tudo na vida sozinhos (por sinal, acredito que isso não é possível), já precisei de muita ajuda e adoro estar com ótimas companhias, mas existem momentos em que precisaremos lidar com nossas próprias questões, emoções e sentimentos, e ninguém no mundo fará isso tão bem quanto nós mesmos.

Por isso, conheça você profundamente, antes de querer conviver com outra pessoa (estou falando especificamente para quem pretende morar com o(a) parceiro(a) afetivo(a), não para quem quer dividir apê com amigos (falarei disso em outro post)). Para mim, se conhecer significa não projetar suas expectativas no outro e gerar frustrações. Existem outras formas de fazer isso, mas acredito que a experiência de morar sozinha seja a mais impactante e é a que eu experiencio hoje 🙂

Bom, espero que esse post faça sentido pra você, não estou querendo impor nada, mas acredito que seja uma experiência que agrega muito. Arrisco até dizer que, talvez muitos casamentos se salvariam se antes, as pessoas dedicassem tempo para o autoconhecimento e depois tomassem essa decisão.

Se você gostou, deixa um comentário me contando se você está passando por isso, ou pretende morar sozinha(o) eu vou amar saber 🙂
Beijos, Carol <3

*Diferença entre solidão e solitude = solidão é se sentir sozinho abandonado,sentindo falta de ter alguém. Solitude = é estar só, porém inteiro com sua presença e se sentir bem com sua própria companhia.

4 Lições valiosas que aprendi morando sozinha e levo pra vida.

Meu desejo de morar sozinha veio desde muito nova. Quando eu tinha 6 anos eu já ficava sozinha em casa à noite porque era só eu e minha mãe e ela fazia plantão (enfermeira) para conseguir nos sustentar. No fundo eu acho que ela já estava me educando para aprender a me virar sozinha.

Com 13 anos, eu já pesquisava apartamentos na internet, sonhando em ter minha independência, privacidade e meu cantinho. Morar sozinha se tornou um grande sonho, pois era a representação da minha liberdade que sempre foi algo que valorizei muito. Aos 20 anos, tive a oportunidade de morar com uma amiga, e depois de um tempo, ela decidiu ir embora e fiquei sozinha.

Então, o que era um sonho, se tornou também, um grande aprendizado. Percebi que algumas coisas me ajudavam não apenas com a casa, mas também na minha vida como um todo, então juntei algumas das diversas coisas que aprendi para passar pra quem também sonha com isso e quem sabe contribuir de alguma forma:

 

1- Você não precisa saber tudo.

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Acredite se quiser, você não precisa saber cozinhar, matar barata, lavar roupa, ou qualquer outra coisa para morar sozinha(o).
Sabe por que? YouTube e Google te ensinam quase tudo! (mas é importante que você tenha internet senão não rola :). Eu morria de medo de dar esse grande passo por não saber fazer as coisas dentro de casa, (nem arroz eu sabia fazer) pois minha vó sempre soube fazer tudo (trocar chuveiro, martelar as coisas, consertar o carro, cozinhar, etc) então eu não precisava me preocupar com isso. Maaaaas, a vida sozinha te força a aprender algumas coisas (que no fundo é bem legal) e sério, tudo que eu preciso saber, eu aprendo. Isso me trouxe uma coragem absurda para realizar as coisas que eu quero, até trocar meu chuveiro foi prazeroso pra mim, foi uma conquista! Lâmpada então? Fichinha.

Então, se você realmente quer, você é capaz de aprender QUALQUER coisa, nunca se esqueça disso. 

 

2- Estude sobre educação financeira.

 

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Ahh, esse é o conselho que eu quero dar pro MUNDO. Estudar educação financeira não significa que você vai ser um economista ou investidor (se quiser também, sem problemas) mas que você vai saber planejar bem seu dinheirinho.
                                                                                                                                                                                          
E por quê eu falo isso? Quando fui morar sozinha, eu tinha o perfil de consumista inconsciente (sabe aquela pessoa que compra sem saber o pq?) e me deparei com vários problemas no apartamento logo de início (encanamento, eletrodomésticos, vazamentos e etc), e adivinha só?
Me ferrei muito, acabei gastando muito mais e eu ainda estava na faculdade (tinha os gastos de lá) e me deparei com um momento muito difícil para mim, me vi pela primeira vez em uma dívida (cartão).

Cheguei um dia em casa e tive que encarar isso de frente.
Peguei meu caderno, anotei todas as contas (fixas, variáveis, juros do cartão e etc). E percebi que não tinha jeito, teria que pegar um empréstimo com o banco (não era um valor muito alto, mas eu nunca tinha passado por isso). Hoje eu vejo que eu podia ter pedido ajuda para minha família e amigos, mas eu pensei “poxa, morar sozinha foi uma escolha minha, tenho que me responsabilizar por isso”.
Enquanto eu planejava uma forma de resolver essa situação, eu fiz uma promessa, para mim mesma; eu NUNCA mais ficaria negativa! E assim eu fiz, paguei todo o empréstimo, fiz e faço grana extra todo mês e ainda invisto meu dinheiro, além de estudar o mundo das finanças (que eu gosto muito), dedico um dia na minha semana para cuidar do meu dinheiro; planejar, investir e nunca mais me permiti ficar no vermelho.

Eu aprendi da forma mais difícil, mas você não precisa aprender assim, e calma, não estou dizendo que você precisa de uma super reserva para morar sozinha (eu não tinha nada quando fui) mas aconselho que tenha pelo menos uma graninha guardada porque pode ser que sua casa precise de reparos e não é legal ser pego de surpresa.


3- Atenção à saúde e alimentação.

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Uma das coisas complicadas de morar sozinha é que você está SOZINHA. Ou seja, quando você fica doente, não tem ninguém lá pra te ajudar, (eu tenho vizinhos maravilhosos, mas eu não me sinto bem incomodando eles a não ser que seja muito grave) então, você precisa se manter, quase sempre bem, porque se acontecer algo, provavelmente não terá ninguém lá pra te ajudar. É muito difícil eu ficar doente, tenho uma ótima imunidade, mas já passei alguns perrengues do tipo; levantar e ir até o banheiro, passar mal, cair no chão e não conseguir levantar nem pedir ajuda. Então, ter uma boa alimentação, e se manter sempre bem (com os pensamentos também) é algo fundamental se você quer morar sozinha. Faça essa gentileza com você e trate seu físico, mental e espiritual!

4- Selecione bem quem frequenta sua casa (e sua vida).

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Para mim, isso é muito importante, pois acredito que as pessoas têm energias e nem sempre é bom ter aquele entra e sai dentro de casa. E morar sozinha significa contratar serviços; internet, manutenção, encanador, etc.. então tive que começar a pedir indicações de pessoas que eu confiava para realizar os serviços na minha casa.

Eu nunca tive problemas com isso, já passaram alguns técnicos na minha casa que foram super respeitosos, a única vez que fiquei com receio, foi com uma moça que minha amiga chamou para limpar a casa, ela tinha uns papos bizarros (tipo que ofereceram dinheiro pra ela matar uma pessoa mas ela negou) então, ESCOLHA BEM quem frequenta sua casa e sua vida (cerque-se de gente do bem).

Na boa? Esse negócio de festa e chamar gente pra sua casa, vai ser bem mais difícil do que você imagina, no fim, você não quer todo aquele trampo de limpar as coisas. Quer muito mais paz do que ficar esquentando a cabeça.

DICA BÔNUS:

No começo você vai errar muito, errar feio; quando for no supermercado, quando contratar algum serviço, quando lavar roupa e manchar tudo, mas você vai aprender, aprender muito e morar sozinha é um constante aprendizado. E ta tudo bem errar, você é humano, aceite os fracassos mas não se apegue à eles. 

Por enquanto é isso. Com leveza e amor: Carol Rocha. <3

4 Dicas práticas para lidar com gente difícil.

Olhou pra esse título e já veio alguém na sua mente?
Então esse post é pra você.

Antes de mais nada, é importante entender o por quê/qual o papel dessa pessoa na sua vida.
Falei mais sobre isso nesse post aqui.

Ta sem tempo de ler? Então ouça o post:

E agora esse post é com dicas práticas que você pode/deve começar HOJE mesmo.

Caso você apenas não sinta afinidade com a pessoa; mantenha distância, fale o mínimo possível sobre sua vida, sobre suas coisas e não deseje o mal. Mas se no momento, você precisa encontrar com a pessoa diariamente e está difícil a convivência, existem algumas lições para ser aprendidas e essas dicas + esse post irão te ajudar:

DICA 1Faça uma carta para a pessoa dizendo tudo o que você sente. TUDO mesmo, lá você vai detalhar o por que ela te incomoda tanto, o que ela faz que te irrita, chateia, etc. Mas por favor, JAMAIS envie para a pessoa. Isso deve ficar apenas com você. (Afinal quando você vomita você vai pro banheiro ou vomita na cara de alguém?). Depois de um tempo (dias, meses, anos…), quando se sentir bem, pode queimar a folha ou jogar fora, é necessário fazer isso apenas uma vez.

DICA 2 Escreva e grave um áudio no seu celular (para você), dizendo o que você não gosta nessa pessoa (pontos negativos) e comece a ver em você pontos similares ou o quanto você tem feito isso na sua vida.

Exemplo: Você não gosta da pessoa por ela ter te traído. Ai você olha pra sua vida e percebe que não traiu ninguém, porém está sempre traindo suas próprias vontades, ou seja, sempre que quer algo, abre mão para agradar outras pessoas (isso também é um tipo de traição,e eu diria que uma das piores).
Então talvez essa pessoa esteja te mostrando algo que precisa ser mudado em você, esteja aberto para perceber, e quando a gente coloca no papel e fala sobre isso, ajuda muito. As chances de percebemos aumenta em 85% segundo o data issoepramim.

DICA 3Fazer o Ho’oponopono.
Eu já fiz o Ho’oponopono diversas vezes, quando fiz com 108 contas (vezes) era bem cansativo pra mim e muitas vezes eu dormia. Até que descobri um outro jeito de fazer, através de um vídeo da Gisela Vallin (canalizado) e que funciona pra mim:
Anote o nome da pessoa, vai para um lugar silencioso, faça uma respiração profunda e fale:

            Nome da pessoa + Ho’oponopono.
“Tonico, sinto muito, me perdoe, sou grata, te amo”

Imagine a pessoa sorrindo para você, e você sorrindo para ela (verdadeiramente), emanando uma luz muito bonita.
Faça 3 vezes.

DICA 4 – Escreva 10 qualidades da pessoa. (esse é o meu preferido, foi minha amiga Celia que me ensinou) e antes que você me xingue dizendo “Mas Carol, como encontrar 10 qualidades de alguém que eu não gosto?” Eu por acaso disse que seria fácil? Disse que te ajudaria, mas você tem que estar disposto :). E gente, não precisa ser qualidades grandiosas, sabe que a pessoa tem filhos? dirige? sabe cozinhar? então colocar lá:

  1. Dirige bem
  2. Cozinha bem
  3. É um bom pai
  4. É uma boa mãe
  5. É comunicativo
  6. É elegante
  7. Sabe fazer um bom café
  8. É expressivo
  9. Cuida bem de quem gosta
  10. Tem um olhar analítico e preciso

E sim, precisa de 10 itens, e precisa ser verdadeira, você vai ler todos os dias até que possivelmente 2 coisas aconteçam: ou você se afasta de vez da pessoa ou se aproximam em harmonia, e depois de ler tantas vezes, você vai ver que a pessoa nem é tão desprezível quanto você pensava.

Todas essas dicas, servem para quantas pessoas você quiser, mas faça separadamente para cada.
Me conta como foi pra você fazer isso e como você se sentiu depois. Eu tenho certeza que se você fizer seguindo essas dicas, com certeza vai sentir uma grande melhora, eu mesma já usei bastante e sempre funcionou.

Com amor, leveza e bom humor: Carol Rocha <3

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Por que atraio pessoas difíceis para minha vida?

Vou começar esse texto com uma frase do Osho: “Cada relacionamento é um espelho; ele revela sua identidade a você”.  Pois é, antes de você entrar em pânico e pensar: “Até parece!! Não tenho nada a ver com aquela pessoa”, vou explicar um pouco melhor:

Existe uma grande diferença entre intolerância e desafinidade.
Vou usar um trecho de um texto do Arly Cravo que explica bem isso:

“É essencial que convivamos mais com quem temos mais afinidade (…) A intolerância é a antessala do preconceito e da discriminação. O que não tolero no outro é exatamente o que não tolero em mim. Já o convívio forçado com quem se tem pouca afinidade, prejudica nossa saúde relacional. A desafinidade pede distância saudável. A intolerância pede autoconhecimento e aceitação das próprias limitações”.

Eu achei esse texto muito lindo e explicativo. Existe uma sensível diferença entre não suportar alguém e não ter afinidade.

Mas como lidar com alguém que não toleramos e precisamos conviver com essa pessoa no nosso dia-a-dia? (clique aqui para ver as dicas práticas)
Quando não toleramos alguém, precisamos olhar bem para dentro de nós mesmos.

Historinha da vida real:

Concha tem um chefe muito autoritário, egoísta e arrogante. Ela sente muita raiva internamente, mas não fala sobre o que sente, muito menos para o chefe (ele nunca entenderia). Pelo contrário, acata tudo, morre de medo dele e não sabe dizer não. Ela não entende porque está passando por essa situação e nem como ele pode ser um espelho dela, pois ela é calma, tranquila e quieta.

Agora o momento de reflexão: 
Será que essa relação não está fazendo com que ela aprenda algo?
Talvez aprender a impor limites (de forma amorosa e não explodindo), dizer o que sente, saber se impor perante pessoas autoritárias, observar o quanto ela tem sido egoísta de guardar tudo pra ela, enfim, esse é o momento de trazer as reflexões e despertar.

Enquanto não despertamos, podemos mudar de emprego, cidade, casa, país, parceiro, chefe, e continuaremos atraindo as mesmas situações, só que com pessoas diferentes. Esse é o tal do ciclo.

E claro, não significa que só porque você precisa aprender algo com essa pessoa que você é obrigado a conviver com ela. Em alguns casos, não temos como sair de cena porque ainda estamos aprendendo com aquela situação, mas se você toma consciência disso, tudo começa a mudar e a ajuda sempre vem. Então, mantenha a distância saudável, não fale mais que o necessário, não exponha sua vida particular e não deseje o mal do outro. É preciso ter sabedoria para entender que aquela pessoa também passou por diversas situações na vida dela que a fizeram ser como é.

Por fim, olhe para você, aprenda o que a vida quer te mostrar, esteja aberto para essas mudanças, é um grande sinal de que é necessário transformação ali, mude seus comportamentos e o resto também começará a mudar. 

Quer algumas dicas práticas de coisas que te ajudam a lidar com essas pessoas? Clique Aqui.

Com muito carinho, amor, leveza e bom humor: Carol Rocha <3 

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O que são Crenças Limitantes?

Oii gente, vocês estão bem?
Hoje vamos bater um papo bem profundo, que vai chegar até a raiz do seu inconsiente e identificar várias crenças limitantes 🙂

O que são crenças limitantes?

Crença é tudo aquilo que você acredita. São suas lentes de contato perante o mudo. E limitantes (prefiro o termo bloqueadoras), são as crenças que te ajudam a não conseguir o que você conscientemente quer.
Notaram que eu usei a palavra AJUDAM?
Pois é! Por incrível que pareça, tudo o que a nossa mente cria, tem serventia. Se você possui crenças limitantes, elas estão, em algum nível, te protegendo de algo. Pode ser que, no momento em que foram criadas, o seu inconsciente, sentiu a necessidade de tê-las para te proteger de determinadas situações futuras.

Como criamos nossas crenças? 

Existem 4 níveis de crenças abordadas no ThetaHealing:

  • Nível Primário Crenças formadas na infância.
    Alguma situação em que a criança se sentiu reprimida, envergonhada, negada, triste, com ressentimentos e etc. (Existem crenças que são geradas desde o ventre da mãe dependendo dos sentimentos que ela nutriu durante a gestação).
  • Nível Genético – Crenças familiares, passadas de geração em geração.
    Podemos observar bem essa crença quando tratamos de doenças que a maioria dos integrantes da família tem, ou padrões familiares.
  • Nível Histórico – Crenças coletivas, culturais e etc…
    Ressentimento sobre algum país, grupo de pessoas…
  • Nível de Alma – Crenças da sua essência, estão no seu âmago, tudo o que sua alma carregou até aqui.

E como eu identifico uma crença?

No começo não é tão simples identificá-las pois a maioria das nossas crenças estão em um nível profundamente inconsciente, mas depois você vai pegando o jeito. \o/
Uma coisa que ajuda muito é fazer um geralzão da sua vida nesse momento e se perguntar:

Como está minha vida familiar? 
Meus relacionamentos afetivos?
Meu trabalho?
Meus sonhos?
Meus objetivos?
Meus projetos?

Se você perceber que sua vida está em ciclos, repetindo padrões, estagnada ou que você não acredita nos seus sonhos. Existem crenças limitantes ai.

Outras perguntas que ajudam:
Qual seria o pior de conseguir o que eu quero?
Como você se sentiria perto das pessoas do seu convívio, familiares, amigos, parceiro, se você realmente conseguisse o que quer?

O que estou aprendendo com essa situação?
O aprendizado que você obteve mantendo essa crença na sua vida.

E quais são as consequências dessas crenças na nossas vidas?

Além de ficar sempre no vitimismo, drama, ciclos viciosos, padrões, sofrimentos e etc, você não consegue alcançar o que realmente quer, acaba atraindo situações ou pessoas que fazem sua vida continuar estagnada, ou, de mal a pior.
E conscientemente, todos queremos uma vida bela, harmoniosa, próspera e feliz, não é mesmo?
Então faça seu inconsciente também entender isso e te ajudar nessa jornada!

E depois que eu identifico as crenças, o que faço com elas?

Umas das coisas que me ajudam muito a substituir crenças, é a técnica do ThetaHealing (sério, isso muda vidas). O que fazermos no ThetaHealing é pegar a crença que já não serve mais e substituir pela consciência do que você realmente quer. Ensinando cada cromossomo do seu DNA que é possível ter isso na sua vida agora. Outra coisa legal,  é que o terapeuta encontra crenças bem enraizadas que você nem imagina que tem e te ajuda a se aprofundar cada vez mais em você mesmo. Além dos resultados rápidos, você começa a perceber que aqueles padrões estão mudando, você se torna mais consciente.

Existem outras técnicas também que ajudam nisso (PNL, EFT…), eu ulitizei bem pouco, então não vou me aprofundar pois eu realmente não tenho uma opinião formada sobre elas. Caso você conheça sobre alguma outra técnica que também ajuda a substituir crenças, me manda um comentário que eu vou adorar saber sobre isso! 🙂

Quer agendar sua sessão de ThetaHealing comigo? Clique Aqui

E ai, o que está te impedindo de conseguir o que você realmente quer? 

Bom, essa foi uma explicação de crenças limitantes. Eu espero que tenha ficado fácil, prático e gostoso de entender. Se ficou alguma dúvida, deixa nos comentários e vamos interagindo.

Minhas redes sociais: @rochacarolyne

Com amor, leveza e bom humor. 🙂
Carol Rocha <3

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Como saber se o que eu quero vem do meu ego ou do meu ser?

Oi gente, vocês estão bem?

Fiquei um tempo sem postar, pensando nas próximas matérias e decidi voltar com um tema que eu acho muito importante e fundamental para acompanhar as matérias desse site lindo! A diferença entre o que é do ego e o que é do nosso Ser. Lembrando que o que falo aqui é com base em tudo que tenho estudado. Não existem verdades absolutas, você deve sentir se faz sentido pra você 😊

Tá sem tempo de ler? Então ouça a matéria:

Primeiro: o que significa Ego?


Quando falamos de Ego, muitas pessoas já lembram de alguém com o peito inflado e já pensam: “fulano tem um ego enorme”, geralmente ele está sempre associado com algo negativo. Mas não é bem assim. O Ego é uma energia incrível, que pode ajudar muito a nossa vida aqui nesse plano (material). É ele que nos faz ganhar dinheiro, que ajuda nos nossos planejamentos, ajuda a nos vestir, a sobreviver, a tomar decisões, entre outras coisas fundamentais.

Mas se ele é tããão maravilhoso assim, por que falam tão mal dele?


O motivo do ego não ter uma boa fama por ai, é que muitas pessoas acabam colocando ele em 1º lugar! E não é à toa, ele adora ser o comandante, o centro das atenções, ele está sempre falando com a gente e isso pode ser perigoso.

Agora, se ele não é mau, se é uma energia incrível, por que pode ser perigoso?

Porque o ego não entende os desejos do nosso ser.

Vou dar um exemplo que espero que fique fácil de entender:

“Tonico sonhava ser cozinheiro quando era pequeno, mas seus pais falaram que ele deveria ser diretor de uma grande empresa multinacional. Como ele só tinha como base os pais, ele decidiu que faria de tudo para realizar o sonho deles. E ele conseguiu, chegou no cargo que ele tanto idealizou, sem nem se questionar o por quê ele estava fazendo aquilo. Até que um dia, quando ele já tinha conquistado tudo aquilo que ele imaginava que precisava, ele olhou pro lado e se sentiu vazio, apesar de ter conseguido tudo, era como se não fosse suficiente. Ainda faltava algo. E toda vez que ele comia em algum restaurante, ou via algum cozinheiro de muito sucesso, ele ficava sonhando em como teria sido sua vida, se tivesse seguido seu sonho”.

Inventei essa historinha (qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência) porque ela mostra claramente uma ação baseada em crenças e no ego. “Ah, mas foi muito melhor pra ele, pois ele ganhou mais dinheiro” será mesmo? Ok, a aprendizagem ele adquiriu. Mas quantos cozinheiros existem com muito nome que amam seus trabalhos e por conta de todo esse trabalho recebem o valor justo por seus serviços? Muitos.
E outra coisa muito importante: precisamos sim do dinheiro para viver essa experiência, mas ele vem como uma consequência do nosso trabalho, ele não pode ser uma meta, pois é apenas um meio para alcançarmos o que queremos.

E se a história fosse diferente, onde entraria o ego se ele seguisse o coração dele?

O ego o ajudaria a encontrar formas de seguir o sonho de ser cozinheiro (nesse caso): encontrando pessoas, oportunidades, possibilidades de fazer isso da melhor maneira possível e se planejando para realizar esse sonho.
O ser deve ser sempre quem fala o que quer e o ego quem atende a isso.

Entendi, mas como eu faço pra identificar de onde vem o que estou sentindo?

Uma ótima forma de começar a perceber isso, é silenciando a mente através da meditação. Ficar um pouco em silêncio ajuda a deixar o ego de fora e da espaço para o seu ser. Caso você tenha muita dificuldade com meditação, comece a praticar o estado de presença. Já percebeu que são raros os momentos em que estamos realmente presentes nas nossas ações? Se for lavar uma louça, lave a louça. Sem pensar nas outras tarefas que você precisa fazer, sem encher sua mente com outras tarefas que não estão relacionadas com o que você está fazendo naquele momento. Outra coisa que ajuda muito é sentir. Quando é algo do ego, geralmente fazemos mais para agradar outras pessoas do que nós mesmos, é algo externo, você nunca se sente realizado, isso pode partir de crenças familiares, sociais ou algo que alguém te falou e você tomou isso como verdade absoluta. Quando o que você quer é do ser, você sente uma paz imensa dentro do seu coração, ele fica feliz, mesmo que não faça o menor sentido para outras pessoas. Mas se pra você faz, é isso que importa!

Em breve farei um post falando sobre meditação para ajudar quem ainda não está introduzido nesse assunto.

Espero que tenha ficado simples e fácil de entender.

Se você acha que esse post foi pra você, comenta aqui embaixo pra eu saber!

Caso tenham alguma dúvida, me mandem um comentário, email, sinal de fumaça e me sigam nas redes sociais @issoepramimsim. Eu adoro! 🤗

Gratidão por ter lido esse texto
Com amor, leveza e bom humor. 💕 Carol.

Vida leve de forma criativa :)