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E Quando tudo tá estranho?

Sabe aqueles dias que a gente não tá lá se sentindo muito bem? Que as coisas parecem super estranhas e que ter levantado da cama parece que não foi uma ideia tão boa assim?
Eu sei bem como são esses dias e o quanto eles podem nos desanimar, mas eu trago uma boa notícia: vai passar.

Além de estarmos passando por várias coisas nesse momento, existe um excesso de informações que chegam até nós todos os dias e uma pressão interna para que tomemos alguma decisão e façamos algo (mesmo que a gente saiba que não há muito o que fazer no momento).

E pensando em tudo isso que está acontecendo, eu comecei a perceber o quanto nesse momento, é importante olharmos para nossa energia feminina. Se você não entende muito bem o que é isso, vou explicar melhor: Todos nós, temos 2 energias presentes: feminina e masculina. A energia feminina é uma energia protetora, cuidadora, passiva, nutridora, fluída, calma, receptiva, emocional, intuitiva, flexível, magnética… Mas o que vemos hoje, é uma sociedade estruturada e focada em uma energia totalmente masculina; é a energia da ação, do fazer, ativa, lógica, analítica, controladora, impulsiva, assertiva, protetora, agressiva.
(É só olharmos para o nosso ritmo de trabalho e nossos modelos de produtividade e você verá nitidamente qual energia predomina).

Ambos temos essas duas energias (independente se você é homem ou mulher), só que muitas vezes estamos tão focados na energia masculina, que deixamos nossa energia feminina de lado.
A verdade é que por mais que a gente goste muito de executar e realizar coisas, de nada serve se não pararmos para curtir a jornada; se não apreciarmos nossa evolução; se não apreciarmos o que é feito todos os dias (mesmo que a gente considere que é pouco); se não nos permitimos sentir e nos observar. Por isso é tão importante que saibamos equilibrar essas nossas duas energias, para que elas atuem juntas visando o mesmo objetivo. Independente de você ser homem ou mulher; busque equilibrar suas energias porque só assim, cumprir seus objetivos será realmente prazeroso.

Eu sempre tive uma energia masculina muito forte dentro de mim, era de ir atrás, fazer acontecer (fazendo jus ao meu ascendente em áries) e tudo tinha que ser muito lógico. Mas de uns tempos pra cá, assumindo outras responsabilidades, eu percebi o quanto eu não estava apreciando a caminhada. O quanto eu fazia as coisas por fazer, achava que tinha que sair fazendo tudo e mais um pouco, e o quanto as coisas vinham muito mais do meu ego do que do meu ser. E isso se manifestava no meu trabalho, nos meus relacionamentos, na minha vida. E confesso que até hoje, para mim é desafiador expressar sentimentos e acolher minhas duas energias (estamos todos aprendendo).

Quando eu entrei no mundo do autoconhecimento e principalmente quando decidi trabalhar como terapeuta de thetahealing, eu tive que aprender a olhar apra esse meu outro lado, descobrir o quanto o sentir era tão importante quanto o ver, o quanto deixar fluir era tão importante quanto fazer, e o quanto se entregar e confiar era fundamental pra que eu não sentisse que estava carregando o mundo nas costas.

Se você se sente de certa forma pressionado(a) ou achando que o dia ta mega estranho, eu listei algumas coisas que me ajudam bastante a me reconectar comigo mesma:

1.  Atenção com a alimentação
Nesse ritmo intenso, estranho e sei lá o que que estamos vivendo, é comum que a gente descuide da nossa alimentação. Principalmente agora que passamos pela páscoa, eu comi muitos doces e eu percebo que o açúcar me deixa bem caidinha, dá aquela desanimada e é, na minha opinião, uma das piores drogas já inventadas. Além de viciar, é muito prejudicial para nosso corpo. Então, é bom identificar quais são os alimentos que te deixam meio pra baixo e evitar o consumo deles.

2. Hora de descansar
Pausa no mundo! Tem uma frase que diz: “Antes de desistir, descanse” e eu acho super válida aqui. Em alguns momentos a gente só precisa de uma pausa, descansar um pouco, ficar off, quietinha, para depois voltar aos poucos. Sei que tem gente que vai dizer que é impossível parar e se desconectar, mas não é. E vou te falar, se você não souber seus limites e a hora certa de parar, teu corpo fará isso por você sem sua autorização prévia.

3. Observe-se
Aqui to falando do simples ato de você se observar. A meditação traz essa ferramente incrível que é a auto observação, mas nem precisa meditar pra fazer isso. Apenas se observe, fique olhando seus pensamentos, enquanto olha pro nada 🙂 Eu fiz isso enquanto olhava da varanda o movimento na rua.

4. Criatividade
Qualquer atividade criativa me ajuda muito também. Pode ser ler um livro legal, escrever, pintar (adoro), ouvir música, dançar, tudo isso me ajuda a me sentir mais em paz comigo mesma.

Mas assim, sem pressão tá? Tem dias que serão confusos do início ao fim, mesmo fazendo essas coisas e ta tudo bem! O importante é sentir que esse dia está lá e que ele aconteceu.
Eu parei de achar estranho me sentir estranha e to aceitando o que vem, sabe? Já que é pra ser assim, que seja!

Recomendo super meu podcast também, disponível no SPOTIFY.

Beijos Carol <3

Estamos vivendo um luto antecipado?

[TÁ COM PREGUIÇA DE LER? Ouça meu podcast no SPOTIFY]

Eu sei que esse termo ‘luto’ tem um peso gigante culturalmente para nós, pois enxergamos a morte como um fim e não como uma transformação.
O luto que quero falar aqui, é mais relacionado com o SENTIMENTO que ele carrega, do que com as mortes em si, apesar de vermos pessoas morrendo no mundo inteiro, o que reforça ainda mais esse sentimento.

Estamos todos lidando com a mesma situação; para cada um ela vai se revelar de uma forma diferente. O macro vem para nos mostrar o micro de cada um, precisamos estar dispostos a olhar para isso.

Eu fiquei pensando sobre tudo o que tem acontecido e observando como cada pessoa tem reagido a isso. Eu tive várias fases durante esse processo e teve um momento em que pensei: eu acho que estou passando por um processo de luto.
Eu sei que algumas pessoas podem achar isso um completo exagero, mas talvez seja porque elas não saibam quais são as fases do luto.
Primeiro, eu analisei tudo o que estava acontecendo comigo e comecei a perceber que algumas pessoas compartilhavam desse mesmo sentimento. Até que li um artigo no Harvard Business Review em uma entrevista com David Kessler – especialista em luto, em que ele fala que a sensação é que estamos vivendo um luto antecipado, é como se recebêssemos a notícia de que alguém muito próximo está muito doente e que algo pode acontecer a qualquer momento.

Eu vou resumir o que eu entendi sobre esse artigo e como eu senti que as coisas aconteceram para mim. É importante ressaltar que não é uma ordem linear e que talvez você não passe por todas essas fases.

1 – NEGAÇÃO

Aqui entram aquelas pessoas que ainda teimam em aceitar a realidade. Sabe aqueles que dizem que nada está acontecendo? Que isso vai acabar daqui 1 semana? Pois é. Eu me encontrei nesse estágio há uns 2 meses. Até então, não entendia direito o que estava acontecendo, e nós temos o costume de ‘afastar’ tudo aquilo que não queremos ver ou sentir. Isso é negação.

2 – RAIVA

Por essa fase eu também passei! Quando eu percebi o quanto ficar em casa era importante, eu comecei a tentar “obrigar” todas as pessoas a ficarem em casa, (todas que eu sabia que podiam, claro!) Até que eu me toquei que eu não podia forçar ninguém a nada e que tava tudo bem cada um decidir o que fazer da própria vida, mesmo que, na minha opinião, estivessem afetando todas as outras pessoas. Eu tive que primeiro trabalhar em mim, essa mania de querer controlar tudo, para enfim, aceitar que tem coisas que eu realmente não posso mudar.

3 – NEGOCIAÇÃO

Esse é aquele processo em que a gente diz: “Então tudo bem, ficarei em casa e tá ok, isso passa.” É meio que uma barganha para tentar sair logo de tudo isso. Eu passei por essa fase antes de passar pela raiva.

4- TRISTEZA

“Todos terão diferentes níveis de medo e tristeza e isso se manifesta de maneiras diferentes.”

David Kessler.

Acredito que muitas pessoas, nesse momento, estão passando por essa fase. Ela vem com muita angústia, medo, um futuro incerto, e no meu caso, eu fiquei pensando quando veria minha família de novo, além de me sentir muito sozinha. Muitas coisas passaram pela minha cabeça e aqui eu fiz algo MUITO importante: eu me permiti chorar e sentir tudo o que precisava sentir. Eu chorei por uns 3 dias, em algum momento do dia, começava a chorar e colocava tudo pra fora. Eu não quis compartilhar isso com ninguém próximo à mim para não preocupá-los, mas é importante você se comunicar quando estiver muito mal e não conseguir resolver sozinho. Agora passou e finalmente entrei numa outra fase…

5 – ACEITAÇÃO

Nesse momento, é aqui que me encontro. Eu aprendi a mais do que aceitar, eu aprendi a confiar; confiar na vida, que tudo está acontecendo da única forma que poderia acontecer. Isso não significa que eu não tenha mais dúvidas, isso eu sempre terei, mas eu aceitei os meus sentimentos, aceitei que uma hora vai passar e que talvez, estaremos mais fortes como sociedade depois de tudo isso.
Sei que nem todo mundo entrará nessa fase tão cedo, sei que vivemos realidade diferentes, mas acredite, não é tão simples para ninguém. Não se sinta culpado se você não estiver aqui, faz parte do processo de cada um.

6 – SIGNIFICADO

E o último; o significado, que é quando começamos a ver que algo maior está acontecendo. Muito maior do que podemos enxergar no momento. A natureza está se refazendo, a poluição está diminuindo, estamos notando o quanto é importante estarmos com as pessoas que amamos, presencialmente. Há solidariedade, compaixão, um olhar mais humano para o próximo, mais empático. Estamos vendo que a tecnologia é maravilhosa, mas não substitui o contato humano. Estamos aprendendo muitas coisas e continuaremos aprendendo. Nunca se esqueça de que tudo passa.

O luto está em sonhos que teremos que abrir mão nesse momento, em possíveis perdas, em ver negócios quebrando, em abrir mão da nossa liberdade, em ver a desigualdade aumentando. Mas eu espero do fundo do meu coração que tudo isso traga a tona em nós uma nova consciência social, pois sempre existiram muitos problemas sociais mas nunca olhamos para isso como tem acontecido agora. Talvez o momento seja esse, hora de exercer nossa compaixão, solidariedade, empatia, amorosidade, e até mesmo permitir a nossa mudança interior.

A verdade é que nesse momento, não temos pra onde fugir, temos que encarar quem somos, lidar com nossos familiares ou talvez com a nossa própria companhia, e no fim de tudo, só temos a nós mesmos.

REFERÊNCIAS: https://hbr.org/2020/03/that-discomfort-youre-feeling-is-grief

Beijos, Carol <3

6 Dicas para você não ENLOUQUECER de vez

[Quer ouvir essa matéria? Meu podcast no SPOTIFY.]

Verdade seja dita, estamos passando por um momento super delicado na história da humanidade e precisamos continuar cuidando da nossa cabeçinha pra não pirar de vez.
NÃO PODEMOS IGNORAR O QUE ESTÁ ACONTECENDO, ASSIM COMO NÃO PODEMOS NOS DESESPERAR.
Na verdade, acho que já estamos enlouquecendo pouco a pouco, mas a maioria disfarça super bem :).
Pra tornar esse processo mais tranquilo, vou colocar 6 dicas de coisas que podem ajudar:

1 – FILTRE INFORMAÇÕES

Cuidado com os excessos. Existem muuuitas informações circulando e fica cada vez mais difícil saber o que é verdade e o que não é, em quem podemos confiar e em quem não podemos. Eu sugiro que vocês busquem informações de pessoas que vocês confiam MUITO; médicos, especialistas, OMS, ministério da saúde, enfim, fontes seguras. Não confie apenas em um áudio que alguém mandou no whatsapp falando sobre o assunto. E muito mais importante do que saber o que filtrar é saber o que compartilhar. CUIDADO ao repassar informações falsas. Eu sei que muitas vezes você tem uma boa intenção, mas pode acabar causando um pânico desnecessário em outras pessoas.

2 – Tenha uma rotina matinal gostosinha

Caso você tenha o privilégio de estar em casa (sei que muitos não conseguirão), aproveita para ter uma rotina produtiva, até pra não sair do ritmo, sabe? O que você gosta de fazer? Gosta de ler, estudar, meditar, fazer yoga, tomar um café da manhã com calma? Veja o que te faz bem e faça. Evite pegar o celular logo pela manhã e se conectar com o mundo ou ligar a TV.
Primeiro, faça as coisas que te fazem bem, depois veja o que está acontecendo no mundo, isso já faz uma diferença enorme na nossa saúde mental.
A minha rotina inclui: journaling, agradecer, fazer perguntas, yoga, meditação e leitura. Só depois que eu faço isso eu me conecto com o mundo.
Veja o que te faz bem e mãos na massa!

3- Aprenda uma coisa nova

Coloque seu cérebro pra funcionar. Saia um pouco dessa imersão de notícias (e não estou dizendo para ignorá-las) e faça coisas diferentes. Tem algum curso online que você pagou e nem fez? Tem cursos gratuitos que você se interessa? Um idioma? Uma mudança na casa?
Se você estiver com sua família, procurem fazer algo divertido, diferente e super legal. Aproveitem esse momento juntos.

4 – Fique um tempo OFF.

Tire um tempinho para ficar totalmente off. Sério, desliga de redes, de tv, de rádio, vai fazer um exercício, ler, respirar profundamente, meditar, fazer nada. Escolha algo pra fazer e determine um tempo para ficar off. Se precisar de ajuda, recomendo o app Forest, nele você cria uma florestinha e você vai plantando suas árvores. Caso você mexa no celular antes do tempo que você estipulou, você mata sua árvore 🙁 não queremos isso, né?
Tenha essas lacunas com um tempo off pra você não pirar.

5 – Mantenha contato com seus amigos e familiares

A gente fica afastado das pessoas que a gente ama e isso pode causar um sentimento de vazio e incertezas por dentro.
Se você mora sozinho, assim como eu, isso pode ser muito mais intenso. Mas, se isso te conforta, saiba que estamos todos no mesmo barco, estamos todos passando por essa transformação planetária, estamos todos quebrando, estamos todos renascendo, reavaliando, sorrindo, chorando… Então, compartilhe com as pessoas que você gosta seus sentimentos, estamos todos em um momento de muita vulnerabilidade. Porém, não se esqueça de que é necessário olhar pra dentro.

6 – Medite

A meditação pode ajudar muito a conter essa ansiedade, esse medo e a estar mais presente. Ajuda também a lidar melhor com essas situações em que não temos nenhum controle e a nos prepararmos para o que está por vir. Vou deixar um post aqui do blog falando sobre Mindfulness escrito pelo Pedro. Clica lá que tem mais detalhes dos benefícios da meditação.

Espero que essas dicas ajudem e nunca se esqueça de que a vida é um ciclo, é movimento, não controle. Isso vai passar!

Beijos, Carol <3

FUJA DESSES 4 TIPOS DE CARAS

Eu não gosto de enquadrar as pessoas em estereótipos (não mesmo), mas pra falar sobre esse assunto, não tinha outro jeito. Então, juntei comportamentos que eu observei em alguns homens e gostaria de compartilhar para ajudar as amigas.
Obs: Se você for homem e se identificar com algum desses comportamentos, apenas mude. Obrigada.

1 – O Businessman
Sabe aquele cara que parece que você ta saindo com um meeeeeeeeega empresário porque ele NUNCA tem tempo pra sair com você? É aquela puta enrolação pra marcar algo, ele tá sempre trabalhando muito, mas sempre arruma um tempinho pra ir pro bar com os amigos. Agora pra sair com você… não tem tempo, (ta cansadinho de tanto trabalhar). Esse é um tipo que você tem que descartar logo de cara, pra evitar dor de cabeça, vai por mim.

2 – O Antibiótico
Outro tipo que eu não tenho a menor paciência!
Sabe aquele cara que responde a cada 12 horas? Pois é, você já até esqueceu o que falou, não tem um diálogo, não flui sabe? Por mais que você tente, você percebe que não vai. É claro que, ninguém tem que responder prontamente, (eu mesma não consigo fazer isso), mas também, não precisa responder 3 dias depois, 1 semana… Enfim, apenas pare.

3 – David Copperfield
Para quem não sabe, David Copperfield é um ilusionista. E é esse tipo de homem que você deve fugir também, o que gosta de iludir. Sabe aquele cara que faz planos e planos mas nunca tem tempo pra te ver ou pra falar com você? FOGE. Aquele que some e reaparece sempre que você decide que vai seguir sua vida? FOGE. Aquele que sempre tem uma ótima desculpa na ponta da língua para justificar as mancadas? FOGE.

4 – O Zumbi
E por fim, mas não menos importante, o homem zumbi. Esse é aquele cara que você acha que morreu, nem se lembra mais dele, sabe nem por onde anda mais, e ai ele RESSURGE das cinzas querendo te comer. Fica espertaaaa! Esse é furada bino na certa!

Claro que, existem exceções né, e nem sempre você vai conseguir identificar esses tipos de cara. E se você pensa: “Ah mas não quero nada com ninguém e tá tudo bem se for assim.” Eu suuuper respeito, mas infelizmente o que eu vejo é bem diferente, vejo mulheres super legais, divertidas, querendo um cara super legal e só se envolvendo com esses tipos ai que se juntar tudo não da 1.

Eu sei que pode doer o que eu vou falar aqui, mas se um cara tem interesse em você, ele vai demonstrar isso, se ele quiser estar com você, você vai sentir, ele vai deixar claro, sem enrolações, sem essa patifaria toda, então fique atenta aos sinais e não aceite menos do que você realmente quer!

Beijos, Carol <3

A Ciência da Felicidade

Eu gosto muito de conversar sobre os livros que estou lendo, e senti de compartilhar os ensinamentos e minha visão sobre o livro “The How of Happiness” (“A ciência da felicidade“) da Autora Sonja Lyubomirsky. Nesse livro, são fornecidas instruções, (com provas científicas) de como aumentar o nível de felicidade e até ajudar algumas pessoas que podem estar no caminho da depressão.

A autora mostra muitas das vantagens da felicidade e como ela funciona diferentemente para cada ser humano, em seguida, apresenta alguns questionários que nos remete à pergunta: “Você está feliz?” e nos permite checar nosso progresso com relação à felicidade:

Teste para verificar sua escala de felicidade.

Questionário de Oxford sobre felicidade

Teste para verificar sua escala de Depressão

Após conhecermos melhor nossos níveis de felicidade e até mesmo escala de depressão, são apresentadas algumas atividades das quais o leitor poderá escolher duas que se sentir mais confortável para praticar consistentemente para aumentar a felicidade. Cada atividade daria um post, mas vou procurar expor o que tirei de essência de cada uma:

1 – Expressar gratidão.
Quando expressamos a gratidão, (seja pessoalmente, por carta ou por telefone) nos sentimos melhores. É uma forma de vermos as coisas boas, tanto ao nosso redor quanto nas pessoas próximas a nós. O efeito de apenas escrever uma carta de gratidão ajuda muito no aprimoramento de nossa felicidade.

2 – Cultivar otimismo.
O otimismo é cientificamente comprovado como sendo uma forma de nos sentimos melhores, pois definimos metas para nós mesmos e nos sentimos bem durante todo o processo para alcançarmos os nossos objetivos. Uma forma de praticar o otimismo é através de um diário onde podemos visualizar e colocar no papel como nos vemos daqui a um, dois, 5 e até 10 anos. Outro exercício proposto pelo livro seria um diário indicando as metas, bem como as sub-metas, e objetivos a serem alcançados.

3- Evitar pensar demais e evitar comparações sociais.
O pensamento excessivo causa a procrastinação que é o oposto da decisão, mas após tomarmos a decisão não podemos esperar resultados semelhantes à outras pessoas, pois somos únicos e teremos resultados únicos. O livro ilustra vários exemplos onde o pensamento excessivo e a comparação se tornam danoso à nossa saúde mental.

4- Praticar atos de bondade.
Praticar a bondade nos energiza de forma que nos sentimos provedores de algo útil para o próximo, nos alegramos ao ajudar a quem precisa, ao prover os necessitados, ao ajudar os doentes, quando visitamos os solitários, quando ajudamos a quem pede ajuda e contribuímos para a comunidade, pois esta colaboração é o que nos fez chegarmos onde estamos como sociedade e até mesmo como seres humanos.

5- Nutrir relacionamentos sociais. 
Através da comunicação podemos expressar nossas admirações, apreciações e afeições o que nutre os nossos relacionamentos. Além disso, também é importante nos interessarmos pelos assuntos das outras pessoas, o que cria uma maior conexão e é através da conexão e da percepção do outro que podemos administrar melhor os conflitos e atritos.

6 – Conhecer estratégias para lidar com as adversidades.
Saber lidar com os problemas é uma forma de sermos mais felizes, pois já estamos mais preparados para determinadas situações. É claro que essa sabedoria é adquirida através da experiência e, muitas vezes, não sabemos lidar com os problemas na primeira vez que enfrentamos… Mas é possível criarmos estratégias para quando tivermos que resolver as situações. Planos como: concentrar esforço em fazer algo sobre o que está acontecendo; fazer o que tem que ser feito, passo a passo; criar um plano de ação; ouvir conselhos de outras pessoas.

7 – Aprendendo a perdoar.
Uma das formas de conseguirmos perdoar é imaginando as situações em que fomos perdoados. Como é bom nos sentirmos pertencentes novamente! Como nos sentimos satisfeitos quando alguém verdadeiramente volta a nos considerar como amigos ou quando alguém realmente nos tira a culpa, nos sentimos acolhidos, considerados, aliviados; não seria bom dar esta sensação àqueles a nossa volta?

8 – Aumentar as experiências de fluxo.
O fluxo (momentos que nos envolvemos tanto que 4 horas parecem 15 minutos) nos proporciona a felicidade porque traz a sensação de prazer e realização, e a alegria que você obtém geralmente é duradoura e consistente. Fluxo nos dá um “barato” natural, que é diferente dos “baratos” artificiais ou outros tipos de prazer, é uma experiência positiva, produtiva, e controlável que não nos causa culpa, vergonha ou outro tipo de dano ao nosso “Self” ou à sociedade como um todo.

9 – Aproveitar/ saborear cada alegria na vida.
Pesquisas indicaram que pessoas capazes de saborear os momentos da vida (com presença e gratidão) são mais autoconfiantes, extrovertidas, gratas e menos desesperançosas e neuróticas. Aqueles capazes de aproveitar o momento presente – que apreciam as coisas boas e os bons sentimentos – são menos propensos a experienciar depressão, estresse, culpa e vergonha.

10 – Comprometer-se com seus objetivos
Basicamente tudo está relacionado ao que definimos nas nossas vidas como objetivos e metas. Acredito que todos nós temos um propósito de vida nesta realidade e quando estamos fazendo o que está alinhado com nossos propósitos nos sentimos no fluxo, nos sentimos realizados. É inegável que, quando alcançamos uma meta almejada, definitivamente nos sentimos mais preenchidos, realizados e felizes e é por isso que o livro também recomenda subdividir nossas metas de forma que a cada pequeno passo conseguimos nos sentir mais felizes.

11- Praticando religião/ espiritualidade.
Pessoalmente a religião é a própria prática da Felicidade em todos os momentos, é estar consciente de que Deus está em todas as coisas em todos os momentos independente do grupo religioso, mas estar consciente do Amor incondicional, consciente de Deus, já é praticar a Religião (que o livro descreve como espiritualidade). Além disso, o agrupamento religioso pra mim é a prática da espiritualidade, pois é um momento em que todos estão focados em sentir a presença divina do Amor, pra mim é como uma meditação coletiva poderosa onde deixamos os problemas da vida terrena e procuramos estar mais conectados com a vida espiritual.

12 – Cuidando do corpo.
As 3 formas de cuidar do corpo (meditação/ exercícios físico/ postura de alegria) são, pra mim, complementares entre si, pois a meditação nos auxilia a cuidar da mente, nos permite maior foco e melhora o sistema imunológico; Os exercícios físicos ajudam a diminuir o estresse e tratam a depressão melhor que medicamentos (indicado por pesquisas), e a postura ereta juntamente com um sorriso no rosto gera neurotransmissores que contribuem para a alegria e felicidade.

Se eu pudesse inserir felicidade no coração de cada um eu o faria, e esta foi uma forma que senti de contribuir para expor as diversas formas que podemos ser mais felizes e, quem sabe, tocar o coração de alguém que está se sentindo infeliz. Acredito que encontrar a melhor forma de ser feliz também faz parte da Vida e recomendo que todos façam o teste e analisem com carinho qual atividade ajudaria a melhorar o seu nível de felicidade e, por favor, procure ajuda se você encontrou níveis de depressão elevado. Se você quer dar algum testemunho ou sente de contribuir de alguma forma para a matéria, fique a vontade.
Da minha parte,  escrever esta matéria me ajudou a me sentir mais realizado e feliz. Agradeço de coração a oportunidade dada pela Carol.
Muita Paz, Amor e Felicidade.

Pedro Cruz.

Dedo podre, eu?

Entenda o que está por trás de suas (“más”) escolhas!

Com esse termo tenho certeza que todos nós estamos familiarizados, maaas o que muitos não sabem é o que está por trás de tudo isso.

Agora, se você está aqui pensando: “vou ler esse texto mas tenho certeza que não sou dedo podre, mesmo que eu só me relacione com estrupícios que não me dão o mínimo valor.” Saiba que eu também já passei por essa fase, mas calma miga, tem cura, vem comigo!

Há uns anos, estava eu, em um barzinho conversando com um amigo muito querido, explicando como mais uma vez tinha me decepcionado em uma relação que tinha chegado ao fim. Esse meu amigo, estava em um relacionamento de uns 5 anos na época, e eu estava numa fase bem desacreditada dos homens, eu acreditava que todos traiam e que nenhum prestava, mas esse meu amigo sempre me provou o contrário (assim como vários outros amigos), por isso eu amava conversar com ele. Papo vai, papo vem, ele me olhou e disse: “Nossa Cá, eu não entendo, você é bonita, é gente boa, por que será que tem esse dedo podre?” Nessa hora, eu quase cai pra trás. Eu? Dedo podre? Até parece! Afinal, os homens que não prestavam, eu não tinha responsabilidade sobre isso. Decidi mudar o assunto.


Naquela época eu não entendia direito o que estava acontecendo, mas hoje, eu percebo que essa é a primeira fase de uma dedo podre: A negação da realidade. Eu simplesmente não conseguia enxergar que pudesse haver algo de errado nas minhas escolhas. Eu achava que era normal, afinal se tratava de “homens”, né?
E ai você acha que depois dessa conversa com meu amigo, eu me toquei, tudo fez sentido na minha vida e eu comecei a terapia? NÃO. Continuei me envolvendo e quebrando a cara, e só uns 2 ANOS depois (acredite), eu comecei a perceber um padrão nos meus relacionamentos e que tinha algo de errado.

Bom, pra quem não sabe, apesar de ter mudado de profissão, eu sou bacharel em Sistemas de Informação, uma faculdade de exatas, e eu sempre fui muito analítica e racional, então vou ensinar uma equação muito simples, aproveita e faz a sua ai:

Ex: SE X+2=10       LOGO X=8   
Fácil, né? Agora levando pra vida real:
SE eu que escolhia os caras que eu me relacionava LOGO existia algo de errado nas MINHAS escolhas e a responsabilidade das minhas escolhas, era minha.
Parece muito simples, e é, mas poucas pessoas percebem isso

E a partir desse momento, as coisas começaram a fazer sentido.
Eu já estava exausta, não aguentava mais passar por decepções e frustrações, não aguentava mais chorar toda vez pelos mesmos motivos, eu percebi que precisava de alguma ajuda.
Então depois da negação, da raiva, da tristeza, veio a aceitação da responsabilidade por minhas escolhas. A partir do momento em que você assume responsabilidade por suas escolhas e para de culpar os outros, sua vida muda. Eu parei de falar: “não deu certo porque ele não quis”, “ele era isso, era aquilo”, e comecei a pensar como eu poderia mudar tudo isso. É claro que, existem diversos fatores numa relação, e eu acredito que seja 50% de responsabilidade pra cada, mas eu não podia negar o fato de viver um padrão, era sempre a mesma história, só mudavam os personagens.

E ai sim, comecei um processo profundo de autoconhecimento, fui procurar ajuda em livros, blogs, vídeos no youtube, e foi ai que ouvi falar sobre o ThetaHealing, na hora eu senti que era o que eu devia fazer, fiz uma sessão, e percebi uma mudança de percepção sobre as coisas. Eu gostei tanto desse assunto, que decidi fazer vários cursos, no começo era para me ajudar mas depois de um tempo comecei a atender e ajudar outras pessoas também 🙂

Mas sabe o que eu descobri que foi a grande virada de chave?
Que as nossas escolhas são baseadas nas nossas crenças, ou seja, você atrai aquilo que você acredita para confirmar suas crenças. A maioria das nossas crenças, são formadas na infância, tendemos a repetir os exemplos que vimos, por pura inconsciência mesmo. Na minha infância, eu sempre via muitas coisas ruins nos relacionamentos; abusos, brigas, conflitos, e isso me fez desenvolver vários tipos de medos, acabava escolhendo os sujeitos que estavam naquela mesma sintonia, e que estavam ali para confirmar o que eu acreditava sobre os homens e sobre relacionamentos.

AI SIM, entender isso mudou minha forma de me relacionar por isso, eu vou fazer meu jabá aqui, porque eu sei que pode ajudar muita gente, façam theeeeetahealing, meditação, peçam ajuda, procure algo que possa te dar uma luz sobre o que você está escolhendo pra sua vida nesse momento.

Sabe aquele amigo lá do início? Ele também me disse que eu não merecia passar por isso, hoje eu faço o trabalho que faço porque acredito que ninguém mereça passar por isso. Quero levar mais informação para o maior número possível de pessoas, pois você se cuidar e se amar em primeiro lugar, te permite dizer não para abusos, situações  e pessoas que querem apenas te sugar.

Mas lembra que é um  processo tá? Talvez você não acorde amanhã já fazendo boas escolhas, demora um pouco, mas eu garanto que é possível, se até eu consegui (com muitos traumas envolvidos), qualquer pessoa consegue. Isso significa que estou totalmente livre de nunca mais passar por essas coisas? Não posso afirmar. O que eu posso afirmar é que hoje eu sei escolher melhor com quem dividir minhas histórias, medos, anseios, e até mesmo minha vida. Talvez eu seja só uma dedo podre em processo de recuperação ou talvez eu já tenha superado isso 🙂

Ficou com alguma dúvida ou tem alguma sugestão? Deixa nos comentários.
Beijos, Carol <3

#Thetahealing #terapia #meditação

É preciso aprender a desaprender para reaprender.

Umas das coisas que tenho notado nesse processo de autoconhecimento, é a necessidade que se faz em aprender a desaprender para reaprender. Comecei a perceber isso, quando entendi que muitas das coisas que eu acreditava e fazia, baseavam-se em condicionamentos que me foram impostos.
O que acontece é que nós raramente nos questionamos sobre as coisas. Achamos que se está assim é porque é assim e fim de papo, mas não é bem isso.

Para exemplificar melhor, quero te fazer uma pergunta:
Você acha que crianças são criativas, sonhadoras e imaginativas? Provavelmente sim, né?
E os adultos, são criativos,sonhadores e imaginativos?
Pode até ser que você conheça uns por ai que sim, mas são poucos (imagino eu). E você acha que os adultos já foram crianças? 🙂 Pois é!! O que será que aconteceu no meio do caminho então? Se nós éramos criativos,sonhadores e imaginativos, por que bloqueamos isso?

A verdade é que nós já nascemos fora da caixa, mas foram tantos condicionamentos que fomos colocados dentro dela.

O que eu acredito que aconteça, é que esses mesmos adultos não criativos que nos ensinaram a ser como eles, são filhos de outros adultos não criativos também. Fomos ensinados que trabalho é coisa séria, que adultos são sérios, sempre ocupados, na correria (e falam como se fosse algo bom) cheios de reuniões desnecessárias e problemas psicossomáticos. Já as crianças; são sonhadoras, criativas… Os adultos… Não! Precisam ser “pé no chão” ou “realistas”. É claro, não estou dizendo que não tenhamos que pensar nos nossos atos, ou sair fazendo coisas desenfreadamente sem pensar antes de agir. NÃO É ISSO, mas tudo é uma questão de aprender a equilibrar esses dois lados dentro de nós.

“O mundo se tornou adulto demais”

O Pequeno Príncipe.

Desaprendemos a amar, imaginar, sonhar… Por isso, precisamos aprender a desaprender, ou seja, aprender a retirar todos esses filtros que impedem que vejamos a nossa verdade, e reaprender sobre o que é ser criativo, sobre amar, sonhar, imaginar... E o lado bom da história, é que fica muita mais fácil aprender quando lá no fundo, você já sabe!

“Muito mais difícil do que lembrar, é esquecer”

Rubens Alves

É preciso enxergar as coisas com o mesmo olhar de uma criança quando está aprendendo algo novo; totalmente presente, interessada, atenta, sem julgamentos.

Vou recomendar alguns exercícios que me ajudaram muito nesse processo profundo dentro de mim:

1- Faça uma lista de 5 coisas que você amava fazer quando era criança.
2- Tente se lembrar o que te falaram quando você contou pra alguém sobre essas coisas.
3 – Observe como você se sente e o que deixou de fazer por conta de julgamentos externos.

Além também da meditação que me ajuda muito e claro, o thetahealing que vem pra quebrar várias crenças e bloqueios, recomendo muito o filme pra “O Pequeno Príncipe”. No filme, esse assunto é abordado de uma forma maravilhosamente profunda.

Espero que tenha ficado fácil de entender mesmo sabendo que se trata de um assunto complexo.

Deixa um comentário se isso faz sentido pra você.
Beijos, Carol. <3

5 coisas que ninguém te conta sobre morar sozinha(o)

Morar sozinha(o) não é nem de longe a tarefa mais fácil, mas o que mais me chamou atenção é que tudo que eu pensei que precisava saber, eu não precisava, e tudo que eu nem imaginava que precisa, eu tive que aprender.

Sabe aquelas coisas que a gente ouve falar por ai?: “Se você nem sabe cozinhar, como quer morar sozinha(o)?”, “Se você tem medo de matar barata, como quer morar sozinha(o)?”, “Você não lava nem seus pratos, não sobreviveria um dia morando sozinha(o)” Já ouviu alguma dessas frases ou similar? Eu ouvia todas e muito mais! Mas a real é que essas coisas se tornam apenas detalhes diante de tudo o que estava por vir, pois hoje, com google, dá pra se virar bem! Mas ninguém te fala sobre o outro lado da vida sozinha(o)! E é sobre isso que vamos falar

1- Tá realmente disposta(o) a assumir a responsabilidade?

Pois é, a vida quando se quer morar sozinha(o) se torna mais desafiadora. Todas as decisões são de sua responsabilidade. Mesmo que você ouça conselhos, a decisão continua sendo sua. Você tem que ir atrás de absolutamente tudo o que quiser fazer e é bom estar preparada(o) para os imprevistos que podem acontecer. É claro que, dependendo do seu caso, talvez você ainda possa contar com a ajuda de sua família, mas eu sempre tive uma coisa muito certa na minha cabeça: “Eu escolhi isso, eu irei arcar com a responsabilidade por mim mesma”. Não estou dizendo que a gente não pode pedir ajuda, claro que pode, e muitas vezes, até deve, mas isso não pode ser um hábito. Aprenda a resolver as coisas por si e arcar com as consequências de suas decisões.

2- Prepare-se emocionalmente para os dias de solidão e carência.

Esse tópico dava pra fazer um post só pra ele.
Tem dias (principalmente no começo) que a gente sente uma solidão enorme, é uma falta de nós mesmas(os) que parece que está faltando uma parte do nosso coração. Demorou pra eu entender a diferença entre solidão e solitude e como não deixar minha carência falar mais alto. Acabei por vezes me aproximando de pessoas que não me faziam bem, era só pura carência mesmo. Foi, e continua sendo um processo. Tem dias que da vontade de acordar e ter alguém ali, e tem dias que você ama acordar e estar só com os seus gatos. A vida é assim mesmo, aprenda a lidar com isso.

3- Aprenda a se organizar.

Minha musa inspiradora da organização! Marie Kondo <3

Eu nunca fui muito bagunceira, mas também não era muito organizada quando morava com minha vó, mas hoje eu sou a organizada da turma! E eu amo organização! Quero em breve fazer posts falando mais sobre isso.
E isso não significa que eu seja a chata, louca, e que na minha casa tá tudo sempre organizado. NÃO, mas isso significa que TUDO, TUDO tem seu devido lugar, mesmo que não esteja lá no momento. O grande segredo da organização é que ela tem que se expandir para outras áreas da sua vida, você precisa ter as contas organizadas, registros, papelada, enfim, tudo o que for necessário. E o mais importante: organização te faz ter mais TEMPO e tempo é a coisa mais valiosa que nós temos hoje.

4- Errar e continuar, mas nunca parar.

Você vai cometer tantos erros que as vezes vai se sentir a pessoa mais tapada do mundo, mas me escuta bem: tá tudo bem! Eles estão te moldando e te ajudando a crescer, então ao invés de ficar de mimimi, perceba o que está aprendendo e bola pra frente! Isso vai passar.

5- É menos assustador do que parece.

Eu nunca vou me esquecer de todos os medos que eu tinha sobre morar sozinha: “como vou me sustentar?”, “e se não der certo?”, “o que eu vou comer?”, “como vou sobreviver?”. E posso falar? Depois de um tempo, você percebe que nada disso acontece. Pra ser bem sincera, o seu maior monstro estará dentro da sua própria mente, você terá que aprender a lidar com ela pra não enlouquecer. Com planejamento, ação e boa vontade você consegue realizar muitas coisas. Não é um bicho de sete cabeças por mais que muitas pessoas tentem te convencer do contrário, a real é que como seres humanos, nós sempre daremos um jeito. Tudo o que eu citei aqui, foram habilidades que eu fui desenvolvendo e que você pode desenvolver também 🙂

Ficou com alguma dúvida ou quer ver algo novo por aqui? Me manda nos comentário, eu vou amar!

Beijos, Carol <3

Você ainda vai agradecer por não ter dado certo

Eu sei que muitas vezes idealizamos coisas, pessoas e situações que acabam nos decepcionando pois nem sempre saem da forma que a gente esperava. Como diria o querido Gasparetto: “Não é porque as coisas não estão acontecendo do jeito que você gostaria, que elas não estão dando certo”. Quero contar uma história que aconteceu na minha vida que vai ilustrar bem isso.

Eu estava fazendo estágio em TI, mas queria ir para uma nova empresa que tivesse mais desafios e oportunidades.
Um dia, recebi uma ligação para fazer uma entrevista de emprego em uma área que eu queria muito (redes). No dia da entrevista final, eu e o entrevistador estávamos em um papo super bacana, até que ele falou: “Poxa, adorei muito seu perfil, mas eu acho que essa área é mais para homens, né?” Eu fiquei muito surpresa, pensei que estava me candidatando a uma vaga em TI, e não a uma vaga em TI para homens. Acho que respondi algo do tipo: “Eu entendo que hoje existam mais homens nessa área, mas acredito que eu também possa fazer esse trabalho.” Depois disso, nem lembro mais o que ele falou, acho que estava tão chocada que apaguei da memória. Eu fui embora arrasada, nunca pensei que talvez não me contratariam por eu ser mulher em uma área dominada por homens. Voltei triste, desanimada e um pouco abalada, mas sabe o que eu fiz? Persisti mais ainda! Era o que eu queria e não importava o que aquele SER HUMANO DE LUZ (pra não falar outra coisa) me dissesse.

Um tempo depois, recebi uma ligação de uma outra empresa, falando sobre uns testes para uma vaga também na área de redes. A hora que cheguei para fazer os testes, tinha uns 10 homens para fazer também, eu logo pensei: “Não terei chances”, mas mesmo assim, fui lá e fiz, da melhor forma que eu podia fazer.
Passei nesses testes e fui selecionada para a etapa seguinte, e um tempo depois, recebi uma ligação falando que eu seria contratada! Foi uma sensação incrível, eu fui a primeira mulher a estagiar lá nessa área, e posso falar? Foi maravilhoso descobrir que, apesar de ter ficado muito chateada com o que tinha acontecido antes, eu não desisti do que eu queria, fui atrás e continuei mesmo que às vezes eu pensasse: “Talvez seja melhor escolher outra coisa”.

Claro que existiram diversos desafios dentro dessa empresa, não foi nada fácil no início, mas ao mesmo tempo, foi o lugar que eu mais cresci, mais aprendi, conheci pessoas incríveis, o salário era quase o dobro do que a empresa que não me contratou oferecia, era uma multinacional, e só depois eu parei pra pensar no quanto eu estava grata por não ter conseguido o outro estágio, é claro que eu não sei como teria sido lá (e agradeço por isso), mas eu amei exatamente como foi. Foi a empresa que eu fiquei por mais tempo, e tive o prazer de ouvir do meu chefe quando estava me efetivando que eu fui a melhor estagiária que havia passado por ali, que até ele ficou com receio no início de me contratar e eu não aguentar o tranco, mas ele se surpreendeu.

Muitas vezes, olhamos o que “perdemos” e não enxergamos o que ainda podemos conquistar. E podemos levar para diversas áreas da vida, já passei por isso em relacionamentos também, perdi as contas de pessoas que saíram da minha vida em um momento que eu queria muito que ficassem. Hoje, olhando pra trás eu penso: “Ainda bem que não deu certo”.
O universo sempre conspira a nosso favor. Muitas vezes, ele só quer nos dizer: “Tenho algo melhor pra você lá na frente, mas você ainda não consegue enxergar. Você confia em mim?” E é nessa hora que não vale a pena se apegar ao sofrimento, solta (de coração), confia! Confia que existirá um emprego que te realizará mais, confia que existirá um outro relacionamento (pessoas vem e vão), enxergue que nem sempre as coisas acontecerão da forma que a gente quer, e que tá tudo bem mesmo assim! É importante entender o tempo das coisas, e não to falando para deixar a Deus dará, mas entender que talvez não seja ali, não seja agora, não seja daquele jeito. Talvez seja muito melhor do que sua mente limitada pensou, continue em busca do que você quer!

Eu enfreitei muitos desafios na minha vida, pois eu sempre quis o que era certo pro meu coração, não importasse o quanto eu tivesse que me dedicar à isso. Eu sempre penso: “Queira o que é certo (pra você), não o que é fácil, se o fácil for o certo, melhor ainda.”

Espero que tenha feito sentido e que ressoe com muitas outras pessoas esse texto.
Por hoje é isso. Beijos, Carol <3

Pra quem tá com fome, qualquer migalha vira banquete.

Já ouviu a premissa de nunca ir com fome pro supermercado porque você vai gastar muito mais e tende a comprar alimentos não tão saudáveis? Eu mesma já fiz esse teste e é real, oficial.
Pensando nisso, e em algumas outras coisas que andei observando, decidi juntar umas histórias que ficaram na minha cabeça e montei esse post. Talvez no começo não faça muito sentido, mas prometo que você vai entender melhor.

Eu atendi uma moça que me falou que os relacionamentos dela não duravam muito, na verdade, nem começavam, e ela não entendia o que estava acontecendo. E ai, trabalhando algumas crenças e padrões, quando questionei sobre os últimos relacionamentos, ela me falou um discurso muito familiar. Eu já ouvi em vários atendimentos, de várias amigas e confesso que eu mesma já falei: “No começo, ele era maravilhoso, fazia tudo por mim, mas depois, se mostrou ser uma pessoa bem diferente”. Será que você já usou essa também? Pois é. Hoje, quando ouço isso, eu sempre fico me questionando: “Será que a pessoa ficou diferente ou você que não estava enxergando quem ela realmente era?”.

Eu sei que, no começo, é muito difícil entender qual é a da pessoa, somos tomados por aquela sensação de estar conhecendo alguém, aquele mistério, a novidade. Essas coisas são maravilhosas e ao mesmo tempo perigosas, pois são coisas que animam a gente e que podem nos cegar ao mesmo tempo. Acho que passamos a entender melhor quais são as intenções reais da pessoa depois que ela consegue aquilo que ela quer, independente do que seja: te seduzir, te levar pra cama, sentir que você se apaixonou, seja o que for. E aí é que tá, eu acho que é nesse momento que descobrimos como a pessoa quer se mostrar. SÓ QUE, nós temos uma tendência enorme de IDEALIZAR pessoas e não enxergar o que é REAL, o que está sendo mostrado ali, bem na nossa cara, com fonte arial black 512.

E aqui entra algo muito sutil; quando estamos envolvidas emocionalmente, dificilmente percebemos o outro como ele é.
A gente quer fingir que é aquela pessoa ideal, ou seja, que está no plano das nossas ideias. E ai o que fazemos?? Aceitamos migalhas. Por que? Porque estamos com fome de qualquer coisa. Não estamos escolhendo, estamos aceitando o que vem, mesmo que não seja o melhor pra gente. (Ai, essa doeu).

Por isso, é tão importante a gente se alimentar antes de exigir algo do outro, e isso significa: NUTRA-SE DE VOCÊ! Entenda o que te alimenta. O que é importante pra você? O que te satisfaz? Quais são seus valores? O que você não negocia de forma alguma? Tenha isso anotado se for preciso, faça isso para não aceitar qualquer porcaria jogada por ai. Quanto mais alimentada você estiver de você, menos você precisará de algo do outro, se vier vai ser para TRANSBORDAR, e não uma miséria de afeto que não tem solidez.

Não seja uma pedinte carente que aceita qualquer coisa que te oferecem, saiba escolher o que te nutre. A real é que ninguém curte pessoas que estão implorando por algo, isso não é nada atraente, e não adianta fingir, energia não mente!

Espero que tenha ficado clara a ideia aqui, depois vou comentar mais sobre isso lá no meu insta, @rochacarolyne.
Beeeeeijos, Carol <3

Voltando pro início do texto, não vá carente conhecer alguém, pois você vai investir seu tempo de forma desnecessária, está mais propícia a ter relações não saudáveis e ainda pode acabar trazendo porcaria calórica pra casa (também conhecido como estrupício). hahaha